{"id":9242,"date":"2020-09-23T13:08:55","date_gmt":"2020-09-23T16:08:55","guid":{"rendered":"https:\/\/agrosmart.com.br\/blog\/?p=9242"},"modified":"2020-12-15T16:49:03","modified_gmt":"2020-12-15T19:49:03","slug":"quais-serao-as-condicoes-do-tempo-para-o-desenvolvimento-das-culturas-de-inverno-no-sul-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agrosmart.com.br\/blog\/quais-serao-as-condicoes-do-tempo-para-o-desenvolvimento-das-culturas-de-inverno-no-sul-do-brasil\/","title":{"rendered":"Quais ser\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es do tempo para o desenvolvimento das culturas de inverno no Sul do Brasil?"},"content":{"rendered":"\n<p>Por:  Humberto Davi Zen<\/p>\n\n\n\n<p>Mestre em Extens\u00e3o Rural pela UFSM<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"593\" height=\"290\" src=\"https:\/\/agrosmart.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/end65881_0.03771700-1536295912.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9243\"\/><figcaption>Fonte: CNA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O cultivo de cereais de inverno no Brasil \u00e9 tradicionalmente mais significativo na Regi\u00e3o Sul do Brasil, ainda que tamb\u00e9m esteja presente em partes das Regi\u00f5es Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Tomando como refer\u00eancia a segmenta\u00e7\u00e3o de regi\u00f5es trit\u00edcolas propostas pela Embrapa Trigo, focamos a presente an\u00e1lise sobre as chamadas \u00e1reas \u00famidas, que compreendem os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paran\u00e1 e parte do sul de S\u00e3o Paulo. Esta op\u00e7\u00e3o se deu especialmente devido \u00e0 influ\u00eancia decisiva que as condi\u00e7\u00f5es de temperatura e umidade no campo representam para os rendimentos alcan\u00e7ados pelas culturas de inverno.<\/p>\n\n\n\n<p>As culturas de inverno com \u00e1rea e produ\u00e7\u00e3o mais expressivas s\u00e3o o trigo, aveia e cevada, sendo tamb\u00e9m estas as esp\u00e9cies que demandam mais cuidados em termos fitossanit\u00e1rios durante o cultivo. J\u00e1 o triticale e centeio possuem maior restri\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica aos estados do Sul, sendo tamb\u00e9m esp\u00e9cies consideravelmente mais r\u00fasticas que os demais cultivos de inverno, onde nuances ambientais n\u00e3o impactam significativamente na sua performance produtiva.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De maneira geral, as culturas de inverno demandam temperaturas mais baixas para um bom desenvolvimento. No in\u00edcio de seus ciclos, durante o estabelecimento do estande de plantas e determina\u00e7\u00e3o inicial do potencial de rendimento, que vai at\u00e9 pouco antes do florescimento, temperaturas entre 12 e 20\u00b0C s\u00e3o as mais adequadas. \u00c0 medida em que se avan\u00e7a para as fases de flora\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os, uma pequena eleva\u00e7\u00e3o das temperaturas pode ser ben\u00e9fica, desde que n\u00e3o ultrapasse os 25\u00b0C. Em termos de temperaturas extremas, marcas abaixo de 0\u00b0C e acima de 32\u00b0C certamente geram algum grau de preju\u00edzo ao desempenho produtivo destas esp\u00e9cies.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de umidade, sabe-se que as culturas de inverno como trigo e cevada s\u00e3o origin\u00e1rias da regi\u00e3o do Egito e ao norte de onde hoje fica o Oriente M\u00e9dio, ou seja, \u00e1reas predominantemente secas. Desta forma, embora a Regi\u00e3o Sul do Brasil encontre-se em uma zona favor\u00e1vel em termos de latitude e comprimento do dia, a umidade est\u00e1 no limite m\u00e1ximo do tolerado por estas culturas. A faixa ideal para o desenvolvimento das plantas \u00e9 entre 70 e 80% de umidade relativa (UR), por\u00e9m, acima de 75% de UR j\u00e1 h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento de doen\u00e7as. A ocorr\u00eancia de mol\u00e9stias \u00e9 ainda mais grave com umidades superiores a 80%, especialmente se associada a temperaturas entre 18 e 25\u00b0C, que representam condi\u00e7\u00f5es bastante adequadas ao seu desenvolvimento e reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta avalia\u00e7\u00e3o orienta-se pelas recomenda\u00e7\u00f5es do Calend\u00e1rio de Plantio da Conab e o Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico. Estes apontam que at\u00e9 o final de julho praticamente todas as \u00e1reas destinadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de cereais de inverno estariam desde rec\u00e9m semeadas at\u00e9 em fase vegetativa no sul do Brasil. A partir de agosto, os campos j\u00e1 se encaminham para a fase reprodutiva, sendo que caso do Paran\u00e1 e \u00e1reas mais ao norte j\u00e1 se encontrar\u00e3o tamb\u00e9m \u00e1reas em fase de matura\u00e7\u00e3o e de colheita. As imagens expostas a seguir foram todas geradas pela Agrosmart.<\/p>\n\n\n\n<p>Em agosto, h\u00e1 uma eleva\u00e7\u00e3o generalizada das temperaturas, com as m\u00e9dias indo de 13 a 16\u00b0C no RS, SC e metade sul do PR. Neste caso, h\u00e1 uma aproxima\u00e7\u00e3o dos limiares superiores adequados ao desenvolvimento das plantas, mas isso n\u00e3o deve gerar grandes problemas, a menos que extremos de frio ou calor ocorram inesperadamente. Para as regi\u00f5es acima do centro do PR, as temperaturas elevam-se ainda mais, com m\u00e9dias aproximando-se dos 20\u00b0C. Considerando que neste m\u00eas as lavouras encaminham-se para os est\u00e1dios reprodutivos ou de forma\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, as temperaturas nesta faixa s\u00e3o boas, especialmente por indicarem um risco menor de frios extremos e ocorr\u00eancia de geadas.<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/Y1fUXTcgR4HbrVPJGqqJPuxXjrPrm_aoayssErzZ1KXNwfk2PFdIyoCHfyLI-8tWIFjO42k1eqPFiBPnoci0HYHEONIofqfc7aE4Glc5wuFQgyS_tnfg55JO-OoBDfQrYV23XAM\" alt=\"C:\\Users\\Humberto\\Desktop\\Agrosmart\\Produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado - Escrita\\Regional\\julho 13 - Cultivos de inverno no Sul do Brasil\\carol\\temp_august.png\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Abaixo, temos os mapas com os acumulados previstos para todo o m\u00eas de agosto. Considerando que as culturas de inverno t\u00eam melhor performance em ambientes com menor umidade no ar e no solo, verifica-se que acima do centro do Paran\u00e1 haver\u00e1 condi\u00e7\u00f5es melhores que nas demais \u00e1reas ao sul. No restante da Regi\u00e3o Sul, os volumes de chuva n\u00e3o devem ser muito altos, mas suscitam aten\u00e7\u00e3o aos efeitos da umidade, considerando que j\u00e1 h\u00e1 boa quantidade de \u00e1gua acumulada no solo. O fato de as lavouras estarem em plena fase vegetativa ou encaminhando-se para a fase reprodutiva, junto \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o das temperaturas neste m\u00eas, o risco de r\u00e1pido desenvolvimento e dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as \u00e9 de moderado a alto.<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/aoaMFojx6iQW_g4YHtCCdw6wjIyUBrZkubJ1ynkv7IGDCqiwYQxyWpc-zwvBjTSsvbKsjaNBUBodvsv02EA53OFdYFx42Eexeat1pkqRatWkV90iDFo1CeK6JCZYkedFklJjM6c\" alt=\"C:\\Users\\Humberto\\Desktop\\Agrosmart\\Produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado - Escrita\\Regional\\julho 13 - Cultivos de inverno no Sul do Brasil\\carol\\p_august.png\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Neste caso, deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o as no\u00e7\u00f5es de que as chamadas doen\u00e7as de chuva requerem um molhamento foliar prolongado associado a tempo encoberto, como no caso da giberela ou fusariose (<em>Gibberella zeae<\/em>), que demanda cerca de 30 horas, ou manchas foliares em geral, presentes com cerca de 15 horas de molhamento ininterrupto. No caso da giberela, a aten\u00e7\u00e3o deve ser redobrada, tanto por seus danos severos sobre a quantidade e qualidade de gr\u00e3os produzidos em trigo e cevada, como pelo <a href=\"http:\/\/www.abitrigo.com.br\/cloud\/cartilha_do_agricultor_micotoxinas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">endurecimento no ano de 2019 das legisla\u00e7\u00f5es sobre os n\u00edveis de micotoxinas em gr\u00e3os<\/a>. Para as \u00e1reas onde o tempo se manter seco por mais tempo, o foco deve estar no desenvolvimento de o\u00eddio (<em>Blumeria graminis&nbsp;<\/em>f. sp.&nbsp;t<em>ritici<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 umidade relativa, valores em torno de 80% ou acima \u00e9 bastante prop\u00edcia ao surgimento de doen\u00e7as foliares, como no caso das chamadas doen\u00e7as de orvalho. Um exemplo \u00e9 a ferrugem (<em>Puccinia triticina<\/em> = <em>P. recondita<\/em> f. sp. <em>tritici<\/em>), que surge com molhamento de cerca de 8 horas, especialmente por conta de forma\u00e7\u00e3o frequente de orvalho ao amanhecer. Em agosto, embora demande aten\u00e7\u00e3o, a situa\u00e7\u00e3o tende a ser mais favor\u00e1vel \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o das boas condi\u00e7\u00f5es fitossanit\u00e1rias, pois a umidade relativa na Regi\u00e3o Sul deve diminuir um pouco.<\/p>\n\n\n\n<p>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/Ih9eRus_l6e0n6pAupVN8LB-kfH45fMfUrmMmNI5hr_NZu1fa6jN91d8iJX8PDZFJL7TeUuGLHTB9YodvD5iMDsNK3u6zNV88TI5uBUkQUXYfV1lKKV0mA_oOiGR447kHAd0nkk\" alt=\"C:\\Users\\Humberto\\Desktop\\Agrosmart\\Produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado - Escrita\\Regional\\julho 13 - Cultivos de inverno no Sul do Brasil\\carol\\rh_august.png\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Atualmente, o desenvolvimento das culturas de inverno na Regi\u00e3o Sul ainda est\u00e1 predominantemente em fase vegetativa ou in\u00edcio da reprodutiva. Com isso, \u00e9 essencial destacar a import\u00e2ncia de manter as boas condi\u00e7\u00f5es fitossanit\u00e1rias da lavoura, pois uma vez que uma doen\u00e7a est\u00e1 presente na lavoura, sua elimina\u00e7\u00e3o \u00e9 muito improv\u00e1vel, restando apenas a op\u00e7\u00e3o de reduzir os danos causados. No caso do Paran\u00e1 e sul de S\u00e3o Paulo, a aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m deve estar voltada \u00e0s doen\u00e7as da fase de espigamento e florescimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, refor\u00e7amos a import\u00e2ncia da realiza\u00e7\u00e3o da rota\u00e7\u00e3o de culturas, al\u00e9m da escolha de uma cultivar que tenha caracter\u00edsticas alinhadas aos desafios impostos pela regi\u00e3o em que ser\u00e1 implantada. A qualidade das sementes, bem como um tratamento bem feito em termos da escolha dos defensivos empregados e da cobertura f\u00edsica adequada, tende a garantir um bom estabelecimento inicial da lavoura. O acompanhamento qualificado das lavouras deve ser constante, e no surgimento dos primeiros sintomas, deve-se avaliar as melhores alternativas de manejo fitossanit\u00e1rio junto a um agr\u00f4nomo ou t\u00e9cnico agr\u00edcola. Neste caso, recomenda-se considerar a aplica\u00e7\u00e3o de refor\u00e7os e protetores se a op\u00e7\u00e3o for pela aplica\u00e7\u00e3o de fungicidas, a fim de garantir resultados mais efetivos.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Como vimos, estar atento ao que se passa no campo e suas implica\u00e7\u00f5es no desenvolvimento das culturas \u00e9 indispens\u00e1vel para a garantia de um manejo adequado e eficiente das lavouras. Isto passa tanto pelo monitoramento das condi\u00e7\u00f5es ambientais, como pelo controle das medidas j\u00e1 realizadas em cada \u00e1rea. A Agrosmart \u00e9 especialista nisso, e tem v\u00e1rias alternativas para lhe ajudar a ter efici\u00eancia e economia no manejo de seus cultivos.<\/p>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.cultivointeligente.com.br\/v4\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">nossa plataforma<\/a> permite o monitoramento das condi\u00e7\u00f5es do tempo espec\u00edficas da sua lavoura, al\u00e9m de contar com imagens em NDVI. A plataforma tamb\u00e9m \u00e9 preparada para o registro e visualiza\u00e7\u00e3o do manejo realizado em cada \u00e1rea, facilitando o acompanhamento e tomadas de decis\u00e3o visando economia e efici\u00eancia no uso de recursos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a Agrosmart possibilita o acompanhamento das condi\u00e7\u00f5es de molhamento foliar de sua lavoura. Isso \u00e9 vi\u00e1vel atrav\u00e9s \u00e9 da instala\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica em sua propriedade, que poder\u00e1 contar com sensores compondo um m\u00f3dulo dedicado \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o de temperatura, umidade relativa e molhamento. Outros fatores que poder\u00e3o ser registrados s\u00e3o os volumes de chuva, ventos, umidade dos solos em suas lavouras, entre outros. <\/p>\n\n\n\n<p>Humberto Zen \u00e9 Graduado em Agronomia e Mestre em Extens\u00e3o Rural pela Universidade Federal de Santa Maria, possui expertise no enfoque interdisciplinar sobre as Cadeias Produtivas do Agroneg\u00f3cio. Sua atua\u00e7\u00e3o profissional e estudos envolvem os fluxos e interesses que envolvem os segmentos da produ\u00e7\u00e3o, mercado e consumo agroalimentares.<\/p>\n\n\n\n<p>Ficou  interessado? 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